Cohort Screening scores your whole applicant pool against consistent criteria — so your team spends its hours on the strongest fits, and selection is something you can stand behind in front of any board.
Open calls bring hundreds of applications and a handful of reviewers. Manual screening is slow, inconsistent between reviewers, and quietly biased toward polished writing over strong ventures. Strong companies get missed; every rejection has to be justifiable.
Company profiles and strategy — role-based inputs, never personal contact data.
Team, market, product, traction and scalability — weighted the way your programme weights them.
Reviewers deliberate on a prioritised shortlist instead of a raw pool. Humans make the call.
Scoring is structured, criteria-driven and repeatable — the same venture gets the same score no matter which reviewer opens the file. It judges the venture, not the quality of the application writing. And the platform triages; your people decide. That division of labour is deliberate and permanent.
Reviewing applications one at a time is what makes selection slow and inconsistent — by the fiftieth file nobody remembers precisely how they judged the fifth. Venturada scores the pool against the same benchmarked measures, so companies are read against each other and against their sector rather than against whoever happened to review them.
The output is a comparative view your committee can actually argue with: an overview first, so the detailed evaluation goes where it changes the decision. It does not replace thorough review — it tells you where thorough review is worth spending.
A competitive call rejects most of the people who apply, and almost all of them receive nothing back. That is a large number of founders who spent real time on your application and now have no idea why the answer was no — and a programme's reputation is built as much on how it declines as on who it admits.
Because the whole pool is scored on the same measures, a feedback report for unsuccessful applicants comes almost free: where they sat against the benchmarks, which specific gaps weighed most, and what would have to change to make them competitive next cycle.
Specific, benchmarked, developmental. Not a template rejection.
Founders talk to each other. A useful decline is remembered — and produces stronger reapplications next year.
Most rejected applicants are not bad companies. They are early ones who were never told what was missing.
Offered as an add-on, and always reviewed by your team before anything is sent — the feedback goes out in your programme's name, so you decide what it says.
Every applicant on the same axes, sortable. The overview that tells you where detailed review is worth spending.
Why each score landed where it did, what is evidenced versus claimed, and the specific question that would resolve a borderline case.
For each company you take forward: the two or three things worth probing, and explicitly what not to spend the half hour on.
The scores are the least important part. The reasoning is what a committee argues with, and the briefs are what change how the interviews actually go.
The companies you admit flow straight into the other two validations — readiness before demo day, market validation before expansion.
Bring a real applicant pool from your last call. See what your committee would have seen.
Book a consultationA Triagem de Coortes avalia todo o seu pool de candidatos com critérios consistentes — para que sua equipe gaste as horas nos encaixes mais fortes, e a seleção seja algo que você defende diante de qualquer conselho.
Chamadas abertas trazem centenas de candidaturas e poucos avaliadores. A triagem manual é lenta, inconsistente entre avaliadores e silenciosamente enviesada a favor de quem escreve bem, não de quem tem o melhor negócio. Boas empresas passam despercebidas; e cada recusa precisa ser justificável.
Perfis e estratégia das empresas — dados por função, nunca dados pessoais de contato.
Time, mercado, produto, tração e escalabilidade — ponderados como o seu programa pondera.
Os avaliadores deliberam sobre uma lista priorizada em vez de um pool bruto. A decisão é humana.
A avaliação é estruturada, guiada por critérios e repetível — o mesmo negócio recebe a mesma nota independentemente de quem abre a ficha. Ela julga o negócio, não a qualidade da escrita da candidatura. E a plataforma faz a triagem; as pessoas decidem. Essa divisão de trabalho é deliberada e permanente.
Analisar candidaturas uma por vez é o que torna a seleção lenta e inconsistente — na quinquagésima ficha ninguém lembra exatamente como julgou a quinta. A Venturada avalia o pool com as mesmas métricas comparadas, de modo que as empresas são lidas umas contra as outras e contra o seu setor, e não contra quem por acaso as avaliou.
O resultado é uma visão comparativa com a qual o comitê realmente consegue discutir: primeiro o panorama, para que a avaliação detalhada vá onde muda a decisão. Não substitui a análise minuciosa — indica onde vale a pena gastá-la.
Uma chamada competitiva recusa a maioria de quem se candidata, e quase todos não recebem nada de volta. São muitos fundadores que dedicaram tempo real à sua candidatura e seguem sem saber por que a resposta foi não — e a reputação de um programa se constrói tanto pela forma como recusa quanto por quem aceita.
Como todo o pool é avaliado com as mesmas métricas, um relatório de devolutiva para os não selecionados sai quase de graça: onde ficaram frente às referências, quais lacunas específicas pesaram mais e o que precisaria mudar para serem competitivos no próximo ciclo.
Específico, comparado, formativo. Não uma recusa padrão.
Fundadores conversam entre si. Uma recusa útil é lembrada — e gera candidaturas mais fortes no ano seguinte.
A maioria dos recusados não são empresas ruins. São empresas iniciais a quem nunca disseram o que faltava.
Oferecido como complemento e sempre revisado pela sua equipe antes de qualquer envio — a devolutiva sai em nome do seu programa, então você decide o que ela diz.
Cada candidato nos mesmos eixos, ordenável. O panorama que mostra onde vale a pena aprofundar.
Por que cada nota ficou onde ficou, o que é evidenciado e o que é apenas alegado, e a pergunta específica que resolveria um caso limítrofe.
Para cada empresa que avança: as duas ou três coisas que valem ser aprofundadas, e explicitamente no que não gastar a meia hora.
As notas são a parte menos importante. O raciocínio é o que o comitê discute, e os roteiros é o que muda como as entrevistas de fato acontecem.
As empresas que você aceita seguem direto para as outras duas validações — prontidão antes do demo day, validação de mercado antes da expansão.
Traga um pool real da sua última chamada. Veja o que o seu comitê teria visto.
Agendar uma conversaTell us where you are in your selection cycle and we'll set up a short call.
Opens your email client with the details ready to send. No data is stored by this page.